Coxinha, Cigalete ou Joeiro ?
31 31UTC Maio 31UTC 2008
Há tempos venho querendo escrever rapidamente sobre isso será que o Brasil conseguiu entrar no mercado de Fast Food (Comida rápida e não Foda rápida como alguns lêem)?
Qualquer centro de bairro pelo menos aqui no RJ a gente encontra um Chinês ou Coreano (ou qualquer outra porra que o valha já que são iguais), vendendo os seus salgadinhos, falando em na língua natal deles, lógico que você nunca entende nada, justamente para passar a idéia de quanto são malandros e desconfiados (faço seguro de um que meu Deus…) e principalmente se popularizando igual formigas com um pedaço de doce.
Sei lá, será que se começarmos a subsidiar esse pessoal não criaríamos um novo modelo de Lanchonete a níveis McDonaltescos?
Acho que é um caso a se pensar, ou não né? rsrsrs
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1. Zu Ba Chi Hao Win… É o caralho « Capacitando o Fluxo | 27 27UTC Julho 27UTC 2008 at 12:42 am
[...] as Olimpíadas no ar, era até legalzinho, a Elisa Jung falando bonitinho e com um sotaque mais coreano que chinês (como se eu soubesse a diferença) um repórter do nordeste falando das curiosidades da [...]
2.
Fox_Throt | 3 03UTC Junho 03UTC 2008 at 12:25 pm
Depois que eu presenciei um Chinês em um estabelecimento desses, matar uma “baratinha francesa” COM A MÃO, pelo lado de dentro da estufa… tudo perdeu o sentido, o crédito… inclusive a fome!!!
Mas não diferencia muito de um Mc. Donald da vida…
Basta ser atento e olhar por trás do balcão, ver´sa que os funcionários fazem as mãos de ferramentas de manipulação da NOSSA comida…
Nada muito diferente… hehehe
3.
criticaconstrutiva | 3 03UTC Junho 03UTC 2008 at 11:25 am
Foda é que quando vc vai pagar eles entendem a perguntam e falam o valor num português forçadaço!
“Dôs e xinqüentááá!”
Mas se vc reclama que o salgado tá frio, ou que o refresco está sem gosto, eles fingem que não entendem e começam a gritar uns com os outros apontando para o balcão!
“Xin quin xun han qoooe xan!!!”
4.
carlos | 1 01UTC Junho 01UTC 2008 at 11:21 pm
Trabalhei num comercio fast food, e sei que mesmo com a padronização dos estabelecimentos, fica algo muito mecãnico e isso as vezes cai o rendimento da qualidade, serviço, e atendimento. Acho que se padronizassem ou dessem uma chance a esses chineses e coreanos com estqbelecimentos voltados ao setor de alimentos, veríamos muitos deles fecharem, pois a maioria não pagam impostos devidos e rouba o mercado d emuitas pssoas, assim como em vários setores aqui no Brasil. cabe a gente reclamar isso e lutar para que esses estabelecimentos ilegais tirem o emprego d emuitas micro-empresas que declaram todos seus impostos corretamente enquanto alguns prejudicam os bem-feitores da causa da legalidade em qualquer tipo de negócios.
Abraços Kosme, e um pequeno post faz a gente pnsar mesmo, hahahha, Carlão
5.
Erick | 31 31UTC Maio 31UTC 2008 at 7:56 pm
Cara, pela minha vasta experiência em negócios, acho difícil de chegarmos a um nível básico de serviços com esses caras. Nesses ”restaurantes” ou projeto de algo-que-eu-não-sei-o-quê, não se tem uma qualidade mínima para o atendimento, sendo geralmente voltado à população de beixa renda, ou seja, a base da pirâmide.
Acredito que não chegariam a um nível de fast food sério pelos seguintes problemas:
- Falta de qualidade;
- Inexistência de padronização;
- Falta de um planejamento estratégico;
- Pouco ou nenhum perfil empreendedor voltado a prestar um serviço sério.
Desta maneira, acho que só falta tudo a esses caras conseguirem chegar a um nível sério de serviço ao cliente. Melhor abrir uma franquia…opções: Giraffas, Bob´s, spoletto, entre outros aqui no Sul…
Abração pra tí meu brother!
Erick – Criativos do Marketing